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Na Crista da Onda

Tudo o que você queria saber ... ou não ...

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Tudo o que você queria saber ... ou não ...

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Let´s Luv! O Amor no ano novo!

Hello bitches!!



* Desculpe, acabei de assistir Scream Queens S01- Chanel Oberlin FTW*

Estamos em ritmo de ano novo, né? * Como se alguma coisa realmente mudasse de um dia para o outro*

Vamos falar de Amor.




Não. Não é o Amor romântico super-batido que só existe por causa da bioquímica e pela complexidade da evolução humana.  * para mais informações, por favor leia "O Macaco Nu Desmond Morris, um clássico da etologia humana publicado no final da década de 60 do século passado*.






Estou falando daquele amor que transcende baboseiras como cor, etnia, credo, ideologia. 




Meus escritos de ano novo normalmente são ácidos e cheios de gritos que tentam desmascarar a hipocrisia nossa de cada dia sobre a Paz.

Não procurava me repetir novamente. Mas acho que devo tocar no assunto. 



Precisamos de Paz. Não aquela paz interior que reascende a holística transcedental sobre as questões fundamentais da existência humana nesse universo e do que mais pode haver além de nós mesmos.  





Normalmente eu falo sobre esse delírio coletivo de  desejar a paz no mundo e para as pessoas no virar das horas no dia 31 de dezembro quando na verdade o mundo está inundado de tudo,  menos Paz. E aí eu trago as estatísticas das guerras que estão acontecendo no mundo *não só as guerras que estão na mídia, mas as guerras civis e aquelas das regiões de conflito que ninguém liga*, falo da fome e da miséria do mundo e convoco a todos a fazerem alguma coisa além de se vestir de branco, brindar a Cidra * olha a crise* e beijar alguém ao fim da contagem regressiva.






A Paz que venho falar agora também não é a Paz de espírito. Aquela que as pessoas buscam junto as suas consciências de ter feito a coisa certa ou de não ter arrependimentos diante das suas ações. Essa você constrói e conquista consigo mesmo a partir  do seu caráter e das suas ações perante o mundo. 





Eu quero falar da Paz cotidiana.  E isso não tem haver com comer fibras no café da manhã, fazer yoga, comer Becel para fortalecer o coração, diminuir a cafeína, o consumo de colesterol ruim e maratonar a sua série preferida na Netflix.




Falo da Paz alcançada pelo amor ao próximo.




*E não, esse não é um texto apologético cristão de final de ano que exorta as pessoas à salvação eterna.*

O mundo anda se mostrando cada vez mais intolerante e preconceituoso. Não se enganem!Ele sempre foi assim. O mundo é formado de pessoas que são capazes de serem super boas e ao mesmo tempo serem monstros.





A diferença é que atualmente as pessoas estão se mostrando como elas são realmente. E isso é bom. Eu não sei quanto a vocês, mas eu prefiro saber com o que/quem eu estou lidando. * O despudor da intolerância atual tem seus benefícios*




Essa intolerância está baseada no desamor e isso sim traz aquelas pequenas discórdias cotidianas que acabam tirando a nossa paz *No mais simples sentido do termo*. Nesses tempos inflamados de discussões políticas, sociais e econômicas tão polarizadas perdemos a dimensão do Amor. Aquele que liga as pessoas e que baseia os pilares da compaixão.



Eis as definições básicas retiradas da nossa Web querida:


Boa parte desse desamor e conflito vem da falta de compaixão e empatia. E já sabemos que o mundo só vai piorar para o ano que vem e nos próximos que virão.





Então essas deveriam ser as duas principais metas para a resiliência nossa de cada dia diante do extremismo, da maldade, da ignorância e da intolerância. 

Em termos claros :

O que eu estou dizendo, queridos trolls da internet, é que não é por que uma pessoa não concorda com você, que você vai maltratá-la ou ser um idiota intolerante e malvado.




A Web está inundada de gente sendo má com os outros por puro preconceito e intolerância. O nosso dia a dia também está repleto de notícias de violência causada por essas atitudes. Isso tudo vira uma bola de neve e, em termos mais amplos, é a causa básica de guerras, conflitos, desuniões, rompimentos entre amigos, familiares, povos, nações.




Nossa espécie sabe dificultar as coisas... 

Então, aqui vai um pequeno tutorial sobre como viver com o diverso: 




Apenas respire fundo e imagine que aquele ser diferente é uma pessoa. Uma pessoa que tem sonhos, vivências, memórias, histórias, família, amigos, desejos, frustrações, anseios, traumas, tristezas, pesares ...







Então, tente ter amor por ela e procure entender que ela é um ser multidimensional e complexa como um mosaico. Tenha empatia, pratique a tolerância,o amor ao próximo, a compaixão ...







A não ser que a pessoa seja realmente insuportável, ignorante, intolerante, reacionária que tenha um discurso altamente violento e desrespeitoso e que realmente implique  e incomode você ou as outras pessoas ao seu redor principalmente as que estão em situação de hipossuficiência.

Mas você não precisa pagar na mesma moeda


CALMA,  CHANEL ...


Você pode simplesmente batalhar pela Paz respirando fundo, sendo educado, ignorar tudo o que ela diz de horrível para você * ou para outras pessoas* e simplesmente seguir com a sua vida.  




Caso a coisa fuja do controle e haja agressão física, moral, verbal e emocional mantenha-se firme e procure ajuda * institucional legalizada* para acabar com isso * nada de partir para cima ou convocar uma turba apelando para mais violência!*


Isso Chanel. Dive com as armas que eles tacarem em você!


Resista da forma mais diplomática possível!

Conselho o combo que pode te ajudar na parte de "ignorar" : fones de ouvido * mesmo que você não esteja escutando nada*, óculos escuros * mesmo que você esteja em um lugar fechado e  corporativo. Use a desculpa da enxaqueca*, cara amarrada e antipática * para afastar os free talkers da vida*.





E vá vivendo um dia de cada vez, desconstruindo as próprias muralhas que levantamos em nossos corações e mentes. Isso já é um grande passo para mudar o mundo!




É isso, galera! Happy New Year! 


Thaís Parméra - GlassBallerina

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

A volta dos que não foram.

Olá pessoas e seus amigos imaginários!




Espero que este post encontre vocês bem, apesar de tudo que anda acontecendo no mundo real e virtual.

A maior parte dos anos é regada a reclamações e pedidos de "acaba, pelo amor de Deus". Mas, na minha pequena-vasta experiência, os anos de 2015 e 2016 foram excepcionais. 




2016: O ano da montanha-russa no melhor estilo "A gente vai viver, a gente vai morrer!" #EradoGeloFeelings






De modo geral o mundo ficou boquiaberto uma centena de vezes. O Brasil então, nem se fala. 




As pessoas foram parar a rua, se polarizaram, se desesperaram, pessoas viraram tietes de juiz *Oi?! Coisa mais doida*, o  conservadorismo está de volta (não só aqui, no mundo), teve """"impeachtment"""", gente pedindo intervenção militar no  Congresso e, acima de tudo, teve muita, muita, muita vergonha alheia. 






Eu, pessoalmente, estou no ritmo "tudo-pode-acontecer" e realmente nada mais me choca. Acho que já vi tanta coisa, que o mundo pode estar caindo que eu visto a minha cara mais blasé e vou tomar um chá. Depois do presidente Trump sendo ovacionado e publicamente apoiado  pela KKK *Não. Não é uma risada descontrolada, é a Ku Klux Klan*  para a presidência da maior potência do mundo... 







Mas a verdade é que eu estou meio cansada das amenidades científicas e pops que eu costumo falar por aí.Talvez, nesse novo ano *EU DISSE TALVEZ*, eu passe a expressar mais o que eu penso/sinto. 



O que mais se pode esperar?

Pode-se esperar a truculência, o ódio, a intolerância, a repetição cíclica da história. Aconteceu antes, vai acontecer de novo e a gente vai resistindo, sendo humanamente resiliente e tentando trazer um pouco de lucidez ao mundo. Costumo dizer que
dentre todas essas brigas, picuinhas e loucuras cotidianas, o que realmente importa no final de tudo, são as pessoas.




Claro, sempre vai existir aquela galera que não tá nem aí para as pessoas *regimes ditadoriais de todas as vertentes que o digam*, mas eu prefiro acreditar, eu escolho acreditar, que haverá resistência.



Acho que todo esse absurdo ( absurdo msm, daquele "que não merece ser ouvido") é uma grande chance para o levante humanitário e social.




Não digo aquele de "peguem as armas!" que os extremistas tanto adoram e tanto incentivam. Falo daquele levante que incomoda cá dentro, que faz você reavaliar seus princípios, aquilo que faz você buscar informação, se importar e atiçar aquela chama de "hey, eu preciso fazer alguma coisa". Mas fazer MESMO. Nem que seja dizer a sua opinião, informar outras pessoas e amar o próximo.




Eu sei, talvez vocês esperassem um falatório bem-humorado, meio ácido-nerd que conquistou o coração de vocês ao longo de quase 10 anos *Meu Deus!10 anos!*.







A boa da verdade é que a Internet, minha amada-linda-maravilhosa Internet, é um pool do que existe de mais precioso e mais chato e péssimo. Ela é habitada por humanos, né? * Por favor, alienígenas, venham*. Então a gente não pode esperar muito...




Então, esse mar de trolls e de gente intolerante gritando me dá uma canseira danada. Me expor *as caraminholas que andam na  minha cabeça* sempre foi um desafio. Não por mim, pelos outros. O negócio é que os outros sempre vão existir e ficar toda hora driblando os outros e guardando todas as minhas opiniões para mim mesma é muito exaustivo.




Tudo isso para dizer que Ano novo, nem sempre quer dizer vida nova. Na maioria das vezes a vida não muda. No maior clichê buarquiano "a gente vai levando...". Mas algumas coisas da vida, as atitudes diante do monstro do futuro que 2017  nos reserva, podem mudar. Um tiquinho pelo menos.


E o Natal? 





Sim. Continuo amando o Natal. Muito embora ele esteja mais esquálido pela situação toda do mundo. Mas é uma  boa oportunidade para lembrar do verdadeiro sentido do Natal. 


Existe uma autora muito preciosa para mim chamada Laura Ingalls Wilder que escreveu uma série de livros que foram muito populares nas décadas de 60. Era sobre a vida no velho oeste dos colonos que enfrentavam adversidades bizarras para conquistar uma nova vida. 





Os capítulos do Natal eram os mais legais. As crianças ficavam felizes com uma caneca de lata ou pirulitos e papéis coloridos. =] 







Não. os papéis coloridos não eram dinheiro. Hauahauhaua


Eu continuo sendo o elfo sênior da logística de distribuição de presentes e de checagem da lista de bonzinhos/malvados de Natal. 




Então, pessoas e seus amigos imaginários, comportem-se! Tenho o nome de vocês na minha prancheta e o futuro do Natal de vocês nas mãos. 




Cya

Thaís Parméra - GlassBallerina





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